Secretaria de Educação e MPDFT celebram a sexta edição do programa NaMoral   – Secretaria de Estado de Educação






Iniciativa busca promover cidadania por meio da formação ética e cidadã entre os alunos da rede pública



Por Ícaro Henrique, Ascom/SEEDF


 


O NaMoral promove formações para professores, além de atividades interativas para os alunos, incentivando a participação ativa na construção de um ambiente escolar mais ético e colaborativo | Foto: Jotta Casttro, Ascom/SEEDF.


 


A Secretaria de Educação e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) realizaram, nesta terça-feira (18), o lançamento da sexta edição do programa NaMoral. A iniciativa, fruto de uma parceria entre os órgãos, tem o objetivo de promover valores como integridade, honestidade e cidadania entre os estudantes das escolas públicas. A cerimônia de abertura ocorreu no auditório da Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), na Asa Sul.


 


Participaram do lançamento a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá; o secretário executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury; o promotor de Justiça Nísio Tostes; e a promotora do MPDFT Luciana Asper, idealizadora do programa. O evento também contou com a presença de educadores, subsecretários e representantes das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs).


 


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, ressaltou a importância da expansão do programa, que começou de forma experimental em uma única escola e atualmente alcança dezenas de unidades, fortalecendo a formação cidadã dos estudantes. Para a gestora, a abordagem contribuiu diretamente para o desenvolvimento de alunos mais conscientes e responsáveis, impactando positivamente toda a comunidade escolar.

 


O NaMoral é uma iniciativa maravilhosa que promove a educação para a integridade. Nosso objetivo é resgatar valores como ética, cidadania e honestidade no ambiente escolar, para que nossos estudantes cresçam com esses princípios e se tornem adultos conscientes e responsáveis. É isso que queremos para toda a rede de ensino”, destacou, Hélvia Paranaguá.


Realização de um sonho

 


A promotora do MPDFT e idealizadora do NaMoral, Luciana Asper, destacou o impacto positivo do programa ao longo dos últimos seis anos.


 


Estamos celebrando seis anos de um sonho que vem transformando vidas desde 2019. A professora Hélvia Paranaguá e toda a equipe da secretaria decidiram sonhar com o que há de melhor. Encontramos na educação um lugar de esperança, onde cada investimento gera frutos concretos. Que seja uma jornada de grandes conquistas!”, afirmou.


 


O secretário executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury destacou a necessidade do programa como ferramenta de aprendizagem e o papel da escola nesse processo. “A transformação acontece quando os alunos têm acesso a programas que reforçam a honestidade e mostram que, juntos, podemos construir um futuro melhor”, concluiu.


Formação

 


O NaMoral é implementado em diversas escolas do DF, oferecendo formação para professores, atividades interativas com os alunos e desafios gamificados que incentivam a construção de um ambiente escolar mais ético e colaborativo. A capacitação é conduzida por educadores das regionais de ensino, como explica Telma de Paula, formadora da CRE do Gama.


 



O programa é implementado em diversas escolas do DF, oferecendo formação para professores, atividades interativas com os alunos e desafios gamificados que incentivam a construção de um ambiente escolar mais ético e colaborativo.



 


O programa atua em três frentes. Primeiro, na formação dos professores, realizada na Eape e nos núcleos regionais. As capacitações seguem um calendário fixo, com encontros presenciais e atividades online. Além disso, toda quarta-feira, os formadores visitam as escolas para rodas de conversa e eventos, garantindo que o impacto vá além dos docentes e alcance diretamente os estudantes”, explica.


 


O segundo nível do projeto é a disciplina NaMoral, inserida na parte diversificada do currículo escolar. Nessa etapa, os conteúdos são estruturados em uma sequência didática para os estudantes. Já o terceiro nível é chamado de “game”, uma competição baseada em missões. Os alunos participam de desafios, como a atividade “Pegue e Pague”, em que doces são disponibilizados para venda na escola, estimulando a honestidade dos estudantes.


 


A cada bimestre, os alunos cumprem uma missão e avançam para a próxima fase do jogo. Esse processo se estende até o quarto bimestre, garantindo uma experiência gamificada de aprendizado”, esclarece Telma de Paula.


 


 








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